sexta-feira, 25 de dezembro de 2009



esse é do Dahmer.

domingo, 13 de dezembro de 2009

..e no fim..

No final das contas, ela estava só. E não era só o apartamento vazio. Nem a despensa e a carteira de carlton, nem a geladeira ou a garrafa de coca. Era ela. No final de tudo, as pessoas estão sempre só. Por mais dias cheios e atribulados, confusos e divertidos..por mais pessoas que fiquem a sua volta, no fim, é só você. Se perguntando o que fazer com aquilo tudo que é você mesmo.


E as pessoas acham que outras pessoas podem preencher esse vazio, mas não é. Nem sempre é. Nem a vodka. Aquele nada que povoa cada indivíduo quando se depara consigo mesmo..o nada dos crepúsculos, o nada da tarde de domingo. Que traz inquietude. E moleza. O nada que desespera. Fez ela acreditar que é sempre assim. E que todos são assim. E que no fundo, as pessoas são desesperadas pra não se depararem consigo mesmo e por isso enchem o dia de qualquer coisa que apareça na frente. O desespero. O nada. O medo de se encontrar e perceber que está perdido, que não há nada.


..Talvez não seja nada disso. Talvez seja só ela. Talvez seja só ela só. E vazia. No apartamento vazio. No copo vazio. Dentro dos seus dias Vaz(d)ios.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009




não resisti!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

sábado, 5 de dezembro de 2009

a pegunta que não quer calar

quando é que a gente vai começar a ganhar dinheiro com isso aqui?!?

cheia de coisas inúteis na vida hnm!?

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Pra não dizer que não falei das flores...

Nem nós sabemos direito pra que serve isso aqui. Mas pra que você entenda alguma coisa, só precisa saber disso: ponto de interseção. Somos conjuntos independentes e não concordamos com quase nada. Não ouvimos sinos tocando quando nos conhecemos, não estávamos trocando confidências pouco tempo depois. Na verdade, nem íamos direito com a cara uma da outra. E se saímos todas juntas realmente alguma vez, contamos no dedo. Mas há um movimento de atração aqui. As peculiaridades se completam e blábláblá. Bom, somos o tipo de amigas que se pode peidar perto e é isso.

Laiza: baiana com sotaque do rio ‘ai genthi’. Maquiagem aqui e aculá, fresca assumida. Do tipo filha única e isso ela também assume. Com personalidade e cheia de si. Pode falar, não vai atingir. É daquelas que topa as coisas e vai. Marque às 18h e ela estará lá às 17h59. Professorinha de inglês e 3º semestre de alemão. Descobertas musicais.

Dala: ela é boa com coisas manuais. Minuciosa, paciente e criativa. Ela tem idéias e quer sempre colorir o mundo. Porque tudo pode ser organizado, afinal. Tem surtos. Impulso. Sempre ali quando precisa, mas não pise no calo. Reaprendendo a beber. Conexão Cabula Vi – Bonfim (não é Ribeira, é Bonfim!). Magra de ruim.

Quel: muitas idéias, muitos projetos. Você não a encontra, ela te encontra. Celular que cai no pote de doce de leite. Vento no cabelo, rotação, movimento. Parece doce, mas tenha medo. Ela pode acordar a qualquer momento e se da conta que ta chegando em Recife, João Pessoa, Índia..

Vivis: vereadora (chega a ser chato). Quer reggaes? é com ela. Ela é um homem (mas não, não é traveco). Sensível, cuidadosa, porém impulsiva e, por vezes, grossa. Controladora. Nunca se sabe o que esperar dela: oras te mima, oras manda você se fuder. Rainha do queijo! ‘Tá malz? Com problemas? Liga pra ela. Amiga pra todas as horas. O homem ideal, se não fosse mulher.

banda

Rapaaaz tive uma idéia!!! Vamos montar uma banda?! Ó, eu posso ser a baixista, meu sonho de infância.. Vivis tem mó cara de guitarrista, Laiza de baterista e Danie...podia mexer com umas paradas psicodélicas, mesa de mixagem, sei lá. rsrsrs
Iae?