No final das contas, ela estava só. E não era só o apartamento vazio. Nem a despensa e a carteira de carlton, nem a geladeira ou a garrafa de coca. Era ela. No final de tudo, as pessoas estão sempre só. Por mais dias cheios e atribulados, confusos e divertidos..por mais pessoas que fiquem a sua volta, no fim, é só você. Se perguntando o que fazer com aquilo tudo que é você mesmo.
E as pessoas acham que outras pessoas podem preencher esse vazio, mas não é. Nem sempre é. Nem a vodka. Aquele nada que povoa cada indivíduo quando se depara consigo mesmo..o nada dos crepúsculos, o nada da tarde de domingo. Que traz inquietude. E moleza. O nada que desespera. Fez ela acreditar que é sempre assim. E que todos são assim. E que no fundo, as pessoas são desesperadas pra não se depararem consigo mesmo e por isso enchem o dia de qualquer coisa que apareça na frente. O desespero. O nada. O medo de se encontrar e perceber que está perdido, que não há nada.
..Talvez não seja nada disso. Talvez seja só ela. Talvez seja só ela só. E vazia. No apartamento vazio. No copo vazio. Dentro dos seus dias Vaz(d)ios.
E as pessoas acham que outras pessoas podem preencher esse vazio, mas não é. Nem sempre é. Nem a vodka. Aquele nada que povoa cada indivíduo quando se depara consigo mesmo..o nada dos crepúsculos, o nada da tarde de domingo. Que traz inquietude. E moleza. O nada que desespera. Fez ela acreditar que é sempre assim. E que todos são assim. E que no fundo, as pessoas são desesperadas pra não se depararem consigo mesmo e por isso enchem o dia de qualquer coisa que apareça na frente. O desespero. O nada. O medo de se encontrar e perceber que está perdido, que não há nada.
..Talvez não seja nada disso. Talvez seja só ela. Talvez seja só ela só. E vazia. No apartamento vazio. No copo vazio. Dentro dos seus dias Vaz(d)ios.
4 comentários:
né?
=z
"Eu tentei correr de mim, mas aonde eu ia, eu tava. Quanto mais eu corria, mais pra perto eu chegava"
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